Nesse ano, os 163 metros de extensão da fachada do edifício foram decorados por uma gigantesca guirlanda. Na galeria, foi instalado um presépio em tamanho natural.
O lixo foi transformado em arte pelas mãos habilidosas de 30 moradores de rua ligados a duas ONGs (Associação Reciclázaro e Coorpel) e foi totalmente remunerado. Sob a coordenação do mestre artesão Sandro Rodrigues, o trabalho foi desenvolvido em seis meses. Sob a direção de Juan Figueroa, a produção do vídeo documentário “Arte” mostra o afloramento da sensibilidade desses artesãos.
Para confeccionar os adereços imaginados pelo cenógrafo Silvio Galvão, foram usados mais de 10 mil cds, 18 mil garrafas pets, 300 kg de jornal, em sua maioria recolhidos no próprio edifício.
Os mantos e as roupas da Sagrada Família foram cardados em fios obtidos por roca tradicional produzidos pela Unnafibras, com teares manuais da Baobá, resultantes do processo de reciclagem de garrafas pet. As fibras (lã branca) foram obtidas pelo processo de reciclagem de garrafas pet realizado pela Unnafibras.
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